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Segunda, 20 Nov 2017
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MICRO SOLIDRIO - ADOTE ESSA IDIA

Qui, 22 de Março de 2012 11:09 Publicado em Produtos

Com intuito de evitar o descarte de maneira inapropriada no meio ambiente e visando beneficiar aqueles que no tem acesso a TI, na MTI do BRASIL ao comprar 01 computador novo, aceitaremos o seu usado* com o beneficio de 5% de desconto...

Poucas horas aps a implantao de um novo mecanismo de segurana da informao, funcionrios buscam desesperadamente idias para driblar o novo controle interno, desvalorizando as polticas e normas que devem ser seguida por todos.

Essa a realidade na maioria das empresas. Mas vamos entender melhor os fatores que motivam essa guerra interna.

Bloquearam o meu acesso s redes sociais

Diante de novas ameaas na internet e a baixa produtividade de alguns colaboradores, a diretoria de uma organizao comeou a agir. A ordem foi para bloquear todo e qualquer acesso as redes sociais. O caso aconteceu no ano passado.

O diretor de segurana da informao deixou claro para a equipe de consultores, da qual eu fazia parte, que no pretendia abrir excees e que era necessrio o monitoramento constante para identificarmos quais eram os colaboradores que tentariam burlar a nova regra.

Para tornar a situao mais complexa, o bloqueio s redes sociais foi feito sem a atualizao da norma que trata da navegao da internet. Ou seja, os colaboradores no foram informados do bloqueio.

Guerra contra a poltica de segurana da informao

A medida foi recebida com surpresa e preocupao pelos colaboradores dessa organizao. Nas primeiras duas horas foram registradas mais de 3.000 tentativas de acesso a redes sociais.

As ligaes para o help desk tiveram um efeito explosivo. Foram 75 chamados referentes a dvidas sobre a proibio de acesso as redes sociais.

Uma das funcionrias, infeliz com a nova medida, encontrou uma soluo simples para burlar o bloqueio. Ela simplesmente forneceu o seu usurio e senha do Orkut para uma amiga que estava fora da empresa. A ferramenta utilizada para veicular a informao foi o e-mail corporativo.

A amiga acessava o Orkut, copiava todos os novos recados e colocava no e-mail. A funcionria recebia em seu e-mail corporativo a mensagem contendo todos os recados novos que estavam no Orkut. Usando o e-mail da empresa, ela respondia cada uma das mensagens. Depois a amiga acessava o Orkut para atualizar o perfil.

Bloqueio ao envio de fotos por e-mail

Outra medida adotada pela organizao foi o bloqueio de fotos anexadas ao e-mail corporativo. A diretriz foi determinada aps a organizao descobrir que boa parte dos e-mails armazenados no backup, nas estaes de trabalho e nos servidores era, na verdade, fotos de casamento, de festas de aniversrio dos filhos, carnaval, frias, fotos pornogrficas etc.

Em outros termos, a empresa estava gastando dinheiro para fazer backup das fotos pessoais dos colaboradores. E no podemos esquecer da parte jurdica! Questes de invaso de privacidade, difamao e uso indevido da imagem tambm foram discutidas para efetivar o bloqueio de fotos via e-mail.

Mas, voltando ao assunto das redes sociais, a funcionria abriu um novo arquivo do Word, colou algumas fotos dela no documento, salvou tudo e anexou ao e-mail.

A amiga dela recebeu o arquivo do Word com as novas fotos, acessou o Orkut e atualizou a pgina de fotos.

Aes de segurana s podero ter resultado aps mudana comportamental

No funcionou

Na prtica, a soluo no funcionou porque alguns funcionrios continuaram usando os recursos da empresa para acesso s informaes das redes sociais. No caso descrito, o e-mail corporativo foi a ferramenta utilizada para desvalorizar a poltica e normas de segurana da informao.

Casos semelhantes ocorrem todos os dias nas empresas brasileiras. Muitas organizaes tm iniciativas isoladas, ou seja, um diretor decide, sozinho, criar algum tipo de controle sem consultar outros executivos.

A grande maioria das organizaes encontra resistncia a mudanas por parte dos seus colaboradores. nessa hora que um comit interdepartamental pode fazer toda a diferena.

Campanhas de conscientizao sobre segurana da informao tambm so fundamentais. E no deixe de fora as medidas disciplinares para punir os funcionrios ou prestadores de servio que promovem uma verdadeira guerra contra a segurana da informao

fonte Idgnow

Gerentes de TI precisam se concentrar menos na reduo de custos quando da renovao de contratos e muito mais na inovao. Voc concorda?

Gerentes de TI e CIOs precisam se concentrar menos na reduo de custos quando da renovao de contratos e muito mais sobre a inovao, opina a analista da Ovum, Evan Kirchheimer, em debate promovido recentemente pera operadora BT, do reino Unido. Dois lderes de TI contestam. Segundo eles, embora a inovao seja importante, a reduo de custos ainda uma prioridade nestes tempos austeros. E voc, o que diz?

"O que acho mais frustrante como analista especializado em empresas de TI, como os CIOs implacavelmente se concentram na reduo de custos em cada ciclo de renovao de contrato. Isso sufoca a inovao", diz Kirchheimer. "As pessoas precisam colocar de lado os custos e pensar um pouco mais sobre a forma como a rede pode permitir-lhes fazer negcios de uma maneira nova", acrescentou.

"No sei quando isso vai mudar, mas gostaria de plantar uma semente na cabea de todo CIO e de todo diretor financeiro pedindo-lhes para parar de bater nos fornecedores. Vocs precisam mant-los interessados. Esse deve ser o seu principal objetivo, se voc um CIO".

Kurt Frary, gerente de TIC da arquitetura em Norfolk County Council, discordava Kirchheimer e argumenta que no setor pblico impossvel evitar priorizar a reduo de custos.

"Seria errado dizer que esta uma opo. A qualquer momento olhamos para qualquer um dos nossos grandes contratos com o objetivo de obter redues de custo significativas na hora da renovao ", disse Frary. Ele reconhece, no entanto, que, por vezes, investimentos em inovao podem reduzir os custos em toda a empresa. E acredita que o impulso recente do setor pblico em adotar servios de nuvem pblica um exemplo disso.

"Embora tenhamos de guardar dinheiro ano aps ano, s vezes voc precisa gastar dinheiro em TI para cortar custos em algum outro lugar no negcio", disse Frary.

"Por exemplo, a tendncia adotar mais e mais servios de nuvem pblica, e para isso teremos que montar uma rede muito diferente. Podemos precisar de mais largura de banda e melhor desempenho na web", acrescentou. "Portanto, teremos que investir mais em infraestrutura, para reduzir os custos em outros lugares, movendo mais servios para a nuvem". O Norfolk County Council revelou recentemente que est envolvido em uma das maiores implantaes de Google Apps em termos de nmeros de usurios (148 mil).

Mike Mann, diretor de estratgia de tecnologia e planejamento da Standard Life, concorda com Frary que os custos so uma prioridade, mas argumenta que h espao para introduzir a inovao tambm.

"Voc pode fazer as duas coisas. Pode entregar as facilidades que voc precisa para redes inteligentes, mas tambm pode ter reduo de custos significativas ao mesmo tempo. No acho que as opes sejam mutuamente exclusivas", diz Mann.

A Standard Life revelou detalhes de um acordo de outsourcing de 30 milhes de Euros com a BT, que far a gesto da infraestrutura de comunicao da empresa nos prximos cinco anos. Segundo Mann, o acordo assegurou para a Standard Life uma "reduosignificativa" dos custos. "No me interpretem mal, h uma presso para reduzir preos, mas acho que voc pode fazer isso e ainda obter servios inovadores", disse ele.

O acordo com a BT abrange a entrega e ga esto de uma LAN e de uma WAN, bem como telefonia IP, contact centers, gesto de contratos, gesto de servios e da transio da infraestrutura para a rede IP da BT Connect.

fonte Computerworld/UK

Um levantamento realizado pela consultoria MBI (Mayer & Bunge Informtica), com 183 profissionais brasileiros, detectou que aproximadamente 25% deles acreditam que o uso das redes sociais no trabalho afeta, de forma negativa, a produtividade dos profissionais.

Aprenda a reduzir o consumo de enrgia do notebook

Sáb, 17 de Setembro de 2011 15:08 Publicado em Tecnologia da Informao (TI)

Reduza o gasto quando o micro no est em uso, sem correr o risco de perder o que voc estava fazendo quando parou.
Imagine que voc precise deixar de usar seu notebook por algumas horas, para participar de um reunio por exemplo, mas pretende voltar a us-lo mais tarde. Voc

Vrus? o que isso?

Sáb, 17 de Setembro de 2011 15:06 Publicado em Tecnologia da Informao (TI)

O QUE UM VRUS?

Os vrus de computador so programas projetados para interferir na operao do equipamento, registrando, danificando ou apagando informaes. Possuem a capacidade de se reproduzir ao se auto-enviar, de um computador para outro , atravs de documentos anexados em e-mails, pastas de rede desprotegidas, executveis de programas desconhecidos, drivers mveis e podem provocar lentido e todo tipo de problemas no computador.

QUE TIPO DE VRUS EXISTEM?

Os vrus bsicos necessitam que um usurio os envie para outros computadores, quase sempre inadvertidamente. Entretanto, existem tipos mais sofisticados. Os worms so capazes de se reproduzir e se auto-enviar automaticamente para outros computadores, controlando outros programas do seu equipamento. O caso mais comum seu software de gerenciamento de e-mail, como o Outlook. Ao utilizar seu programa de e-mail, esses worms se dispersam sem que o usurio perceba. Os trojans (em referncia ao famoso Cavalo de Tria) se passam por programas inofensivos para que sejam instalados no computador. Alguns trojans desenvolveram tal nvel de sofisticao que chegam a oferecer alguns resultados benficos enquanto, silenciosamente, realizam sua atividade maligna.

COMO UM VRUS PODE CHEGAR AO MEU COMPUTADOR?

H alguns anos, quando o uso do computador era individual (PC - Personal Computers ou computadores pessoais), as empresas de software antivrus recomendavam a no instalar programas ilegais ou utilizar discos em seu equipamento sem saber se a origem confivel pois podem conter um vrus. E, nesses tempos, os vrus s podiam se instalar por meios portteis como discos flexveis, disquetes e eventualmente em CDs que apenas comeavam a aparecer no mercado.

Entretanto, com o avano da tecnologia, os equipamentos comearam a se interconectar com outros computadores, formando as chamadas redes locais, que permitiam aproveitar recursos de alto custo (como impressoras a laser e scanners) entre vrios usurios. Com essa funcionalidade, o risco de os vrus alcanarem o seu equipamento a partir de qualquer outro equipamento da rede aumentou.

Com o uso massivo da Internet, as possibilidades para receber um vrus no computador se multiplicaram. Agora possvel receb-los como arquivos anexos em mensagens de e-mail e tambm como downloads inadvertidos de programas tidos como teis quando na verdade se trata de um programa malicioso.

fonte: movimento internet segura(mis)

Fazer backup de qu??

Sáb, 17 de Setembro de 2011 15:05 Publicado em Tecnologia da Informao (TI)

Decidir que se deve fazer um backup algo pessoal, pois a ordem de importncia que as coisas tm para voc pode variar, ou seja, os arquivos mais importantes devem ser os primeiros na ordem de uma lista que recomendamos que voc faa para ter controle sobre todos esses arquivos se algum dia necessitar recuper-los a partir do seu backup.

Nessa lista, recomendamos que voc inclua a definio daquilo que est fazendo backup (p. ex.: fotos viagem Disney), a data de backup, o meio utilizado e o lugar em que ele est guardado. Dentro das coisas que lhe convm fazer backup, recomendamos considerar o seguinte:

Registros e informaes financeiras

Fotografias digitais

Msica comprada e digitalizada

Software comprado e baixado da Internet

Seus arquivos do Outlook ou do cliente de e-mail que utiliza

Arquivos relacionados a projetos pessoais

Arquivos de trabalhos escolares

Informao pessoal como currculo, testamentos, rvore genealgica, etc.

Em geral, arquivos com informaes que no seria fcil e/ou rpido recuperar.

fonte: movimento internet segura(mis)

Segurana reforada no Banco e em Casa

Sáb, 17 de Setembro de 2011 15:03 Publicado em Tecnologia da Informao (TI)

Para uma navegao segura na pgina de conta corrente, preciso um trabalho preventivo: a atualizao constante do antivrus, do sistema operacional e dos navegadores a primeira das tarefas para garantir que o acesso ao home banking ser tranquilo. Hoje os casos de fraudes e roubos pela internet so, em grande parte, por falta de conhecimento dos usurios, dizem os especialistas.

Os bancos investem em sistemas para tornar o servio eficiente e prova de fraudes. Plug-ins para os navegadores, senhas complementares (com cartes de cdigos, por exemplo) esto entre os recursos visveis para o correntista, alm de recursos avanados de proteo dos servidores. Alguns bancos tambm obrigam o cliente a trocar a senha de acesso periodicamente.

- A troca uma forma de o banco dizer que no confia no cuidado do cliente com a senha, mas se o usurio apenas memorizar e cuidar bem do cdigo e dos acessos, no tem porque troc-la periodicamente - explica o professor da UFRGS, Raul Weber.

Para o usurio, a melhor frmula de garantir a segurana ter ateno s informaes que est digitando ao acessar o internet banking, j que cada banco tem um padro de dados solicitados na navegao. Se algo estiver diferente, o ideal buscar informaes antes de prosseguir as transaes bancrias.

- O site nunca solicita informaes diferentes das usuais, como todas as posies do carto de senhas - diz Mrcio de vila Reis, superintendente do ncleo de inteligncia e preveno a fraudes do Santander.

A Federao Brasileira de Bancos (Febraban) tambm alerta que, em caso de dvidas sobre a segurana do procedimento realizado, preciso entrar em contato com o banco, para prevenir fraudes. Para o perito da Polcia Federal Paulo Quintiliano, os instrumentos dos bancos, combinados com as medidas de segurana que devem ser adotadas pelos usurios, so o suficiente para evitar as aes dos criminosos.

- O futuro da segurana nas operaes a identificao biomtrica. Em vez da comprovao por meio de algum instrumento que o cliente tem, como a senha e um carto de acesso, ele autenticaria a conexo por caractersticas individuais e nicas - projeta o perito da Polcia Federal.

Ofertas perigosas no comrcio virtual, desconfie

Sáb, 17 de Setembro de 2011 15:01 Publicado em Tecnologia da Informao (TI)

Preos muito inferiores aos dos concorrentes podem ser indcios de fraude no comrcio eletrnico. O alerta de especialistas, que destacam a presena de golpistas na Internet que anunciam produtos ou montam falsas lojas virtuais com preos bem abaixo do mercado para atrair as vtimas. Com o dinheiro dos consumidores nas contas, as lojas desaparecem.

Diretor da Cmara Brasileira de Comrcio Eletrnico, Gerson Rolin destaca, em entrevista ao portal Terra, que o consumidor virtual corre na web os mesmos riscos que teria ao efetuar compras em um ponto de venda tradicional. No existe um mundo online, apenas o modo de compra diferente, mas os cuidados so basicamente os mesmos. Hoje voc pode comprar um produto, pedir para entregar e, amanh, a loja fsica est com as portas fechadas, falir, e voc ficar sem o produto, destaca.

Para no cair no golpe, a dica desconfiar de promoes. Ao descobrir um preo atrativo, garanta que o site seguro, pergunte para outros internautas se as compras feitas naquele portal foram entregues sem nenhum problema, e verifique se as lojas so legalmente constitudas.

Outra dica dar preferncia a compras em lojas conhecidas, que tenham o Cadastro Nacional de Pessoa Jurdica (CNPJ) e que forneam para o internauta um endereo fsico e um telefone de contato.

Fonte: O DIA Online

O produto Microsoft Security Essentials causou barulho ao ser anunciado, uma vez que envolve as palavras Microsoft e gratuito. Mas o software antivrus se saiu bem na maioria dos nossos testes e uma boa opo para proteger seu computador.

fonte: pcworld

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