Ferramentas
Registre-se Login

MTI do Brasil

Quinta, 20 Jun 2019
Erro
  • JUser::_load: Unable to load user with id: 65
Tecnologia da Informação (TI)

O Google aumentou o valor dos prêmios para pesquisadores que encontram bugs no Chrome, navegador da companhia, afirmando que a decisão foi motivada devido à queda de relatórios sobre vulnerabilidades enviados por pessoas fora da empresa.

 

"Recentemente, vimos uma diminuição a respeito de descobertas externas de problemas de segurança do Chromium (nome dado ao projeto open source do Chrome com participação comunitária, mantido pelo Google)", escreveu o engenheiro de software do Chrome, Chris Evans, no blog do projeto Chromium. "Isso sinaliza para nós que os bugs estão se tornando mais difíceis de serem encontrados".

 

Evans explicou sobre os novos bônus que o Google irá premiar àqueles que reportarem certos tipos de falhas; todos os prêmios começam com 1.000 dólares, mas podem aumentar ainda mais. A companhia irá adicionar bônus a esses pagamentos de base - que variam entre 500 e 3.133 dólares - para bugs que possam ser "particularmente explorados, encontrados em seções sem bugs do código do Chrome e para vulnerabilidades que podem afetar mais do que o browser".

 

A companhia já chegou a pagar até 10 mil dólares por aquilo que chama de "contribuições significativas". Esses bônus são reservados para relatórios de longa duração. Em março, por exemplo, a gigante premiou três dos experts que mais enviam bugs à empresa com 10 mil dólares para cada um deles.

 

Para marcar o o início do novo programa de bônus, o Google premiou retroativamente um pesquisador com mil dólares e outro com 3 mil adicionais - ou seja, o montante total do prêmio foi para 2 mil e 4 mil, respectivamente. A companhia de Mountain View iniciou seu programa de premiação em janeiro de 2010, aumentou o pagamento máximo de 1.337 para 3.133 dólares em juho daquele ano e expandiu o programa em novembro para incluir falhas de segurança em seus sites.

 

Até hoje, o Google já pagou mais de 250 mil dólares para os pesquisadores, quase metade deste valor foi paga a uma dupla que conseguiu quebrar a segurança do Chrome durante o concurso de hackers Pwn2Own.

 

fonte IDGNOW

Os smartphones estão se tornando uma verdadeira vitrine publicitária e impulsionando as vendas nos computadores tradicionais, afirma uma pesquisa recente da consultoria Nielsen feita no mês de julho. As informações são do site eMarketer.

 

Segundo os números da empresa de pesquisas, 22% dos donos de smartphones nos Estados Unidos realizaram uma compra no computador após visualizar um anúncio mobile. Esse número é quatro vezes maior do que a porcentagem de usuários que fizeram compras em seus smartphones (5%) a partir de publicidade móvel.

 

Entre os usuários de tablet, a taxa de resposta nos computadores é ainda maior, já que 25% dos entrevistados disseram ter feito compras em um PC após visualizar o anúncio no seu iPad ou outro aparelho do tipo. Porcentagem três vezes maior do que as compras geradas nos tablets por meio de anúncios móveis (8%).

 

Um dos motivos que pode explicar a maior taxa de compras feitas a partir de tablets em relação a smartphones é a tela maior do aparelho, que o torna mais propício ao uso em casa do que durante o trânsito das pessoas, além de ser mais confortável para as compras em sites.

 

Vale notar que 17% dos donos de tablets buscaram por mais informações de um produto que viu anunciado, número um pouco superior aos 14% registrados entre os usuários de smartphones naquele país.

 

Além disso, a pesquisa da Nielsen mostra que a habilidade de os smartphones e tablets entregarem anúncios altamente direcionados com base em localização agrada mais aos jovens.

 

Quase metade dos entrevistados entre 13 e 17 anos (45%) disse achar esse tipo de publicidade mais útil do que os anúncios tradicionais. No entanto, esse número cai para 32% entre as pessoas de 35 a 44 anos e mais ainda, para 22%, entre quem tem de 45 a 54 anos.

 

fonte IDGNOW

Página 1 de 6